quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Quem dera...
Quem sabe, deveras, fossem apenas quimeras os meus quereres. Não mais que quereres. Os meus parcos sonhares fossem meros-lugares de um sonhador qualquer. Este eu, um-qualquer. Quem sabe, os meus saberes fossem apenas dizeres de um poeta, das letras um misturador. Dos versos, um misturador. Quem dera, rimar quimeras com quereres e deveras - e sentir-me um misturador. E compor versos de amor... Quem dera...
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Setembro
Outra vez
Começa um mês
Em novidade que não é
Mas não custa nada
Dar à mente uma renovada
E reforçar de novo a fé...
Venha setembro.
Começa um mês
Em novidade que não é
Mas não custa nada
Dar à mente uma renovada
E reforçar de novo a fé...
Venha setembro.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Não me digam...
Não me digam dos azuis do tempo
De quem espera o caminhar florido
E se poupa e se queda no silenciar.
Não me digam do oscilar do vento
Que ondulava o cabelo comprido
De quem soube, um dia, comigo caminhar.
Não me digam da tempestade
Que devasta um ser
Em ondas de frio e de calor.
Não me digam saber mais que a verdade
Que se revolve em ares de saber
Se do que se fala é de amor...
É de amor!
Que cinge, torna a alma pura.
Que expande o perfume da flor.
Esse amor
Misto de calmaria e loucura
Que dá à vida outro sabor.
Não me digam porque bem sei (exclamo!)
Não me digam porque já amei (e amo!)
E é bem assim...
De quem espera o caminhar florido
E se poupa e se queda no silenciar.
Não me digam do oscilar do vento
Que ondulava o cabelo comprido
De quem soube, um dia, comigo caminhar.
Não me digam da tempestade
Que devasta um ser
Em ondas de frio e de calor.
Não me digam saber mais que a verdade
Que se revolve em ares de saber
Se do que se fala é de amor...
É de amor!
Que cinge, torna a alma pura.
Que expande o perfume da flor.
Esse amor
Misto de calmaria e loucura
Que dá à vida outro sabor.
Não me digam porque bem sei (exclamo!)
Não me digam porque já amei (e amo!)
E é bem assim...
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Sem fim...
o meu último poema
será de todos o mais simples
mas não terminará
com um fim
não selará a minha sorte
atravessará a minha vida
ultrapassará a minha morte
e não será de despedida
será sem ponto e sem nostalgia
pois seguirá na poesia
que vive em mim
será de todos o mais simples
mas não terminará
com um fim
não selará a minha sorte
atravessará a minha vida
ultrapassará a minha morte
e não será de despedida
será sem ponto e sem nostalgia
pois seguirá na poesia
que vive em mim
Sementes
Aqueles tempos de festas
Deixaram arestas
De um passado
De histórias vividas
Que marcaram nossas vidas
E caminham ao nosso lado.
A gente cantava
E se emocionava
Com o mundo.
Sabia que o amor
Sempre teria valor
E não acabaria num segundo.
Eram tempos tão bons
Eram nossos os tons
E as melodias.
Era um sonho tão louco
Éramos felizes com pouco
No muito de nossas poesias.
A compor e a cantar
A sorrir e a dançar
Sempre seguros
De que o amor e a arte
Sempre, em toda parte
Estariam em nossos futuros.
Aqueles tempos de festas
Deixaram arestas
Mas muita emoção.
Pois o sonho da gente
Ficou para semente
E não foi ilusão.
Deixaram arestas
De um passado
De histórias vividas
Que marcaram nossas vidas
E caminham ao nosso lado.
A gente cantava
E se emocionava
Com o mundo.
Sabia que o amor
Sempre teria valor
E não acabaria num segundo.
Eram tempos tão bons
Eram nossos os tons
E as melodias.
Era um sonho tão louco
Éramos felizes com pouco
No muito de nossas poesias.
A compor e a cantar
A sorrir e a dançar
Sempre seguros
De que o amor e a arte
Sempre, em toda parte
Estariam em nossos futuros.
Aqueles tempos de festas
Deixaram arestas
Mas muita emoção.
Pois o sonho da gente
Ficou para semente
E não foi ilusão.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
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