a moça e seu sorriso tamanho
sorriso belo, largo, incontido
no seu triste olhar castanho
no seu triste olhar perdido
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
sábado, 29 de novembro de 2014
A moça e o violão
Hoje vi passar a moça.
A moça com o seu violão.
A moça com o seu violão.
O que cantará a moça?
O que encantará a moça?
O que encantará a moça?
A moça com o seu violão
Encantou o meu coração.
Encantou o meu coração.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
O poema
O poema vivia um dilema.
Seria de alegria ou de tristeza?
De tristeza ou de alegria?
Mas de uma coisa ele tinha certeza:
Já era feliz por saber-se poesia...
Seria de alegria ou de tristeza?
De tristeza ou de alegria?
Mas de uma coisa ele tinha certeza:
Já era feliz por saber-se poesia...
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Fingir?
Ele fingia que sabia o que fazer
Cada vez que ela fingia não o ver.
Depois cada um seguia seu caminho, a sorrir...
Cada vez que ela fingia não o ver.
Depois cada um seguia seu caminho, a sorrir...
Até que perceberam que a distância os consumia.
Descobriram que era o amor que os atraía.
Não adiantava mais fingir...
Descobriram que era o amor que os atraía.
Não adiantava mais fingir...
domingo, 2 de novembro de 2014
Para Drummond
Cada palavra alcança o lugar certo
No tom, na medida, como um concerto.
Em ritmos que ditam a agitação e a calma.
Nas entrelinhas flutuam mensagens
Nos versos surgem sonhos e imagens
Que fazem entorpecer e encantar a alma.
No tom, na medida, como um concerto.
Em ritmos que ditam a agitação e a calma.
Nas entrelinhas flutuam mensagens
Nos versos surgem sonhos e imagens
Que fazem entorpecer e encantar a alma.
Que sujeito é este que é de ontem e de agora?
Que chega, transforma e depois vai embora?
Que domina a multidão com os seus poemas, sozinho?
Que nos faz ir, voltar, ler e reler?
Que nos faz rir, chorar e perceber
A importância de uma pedra no caminho?
Que chega, transforma e depois vai embora?
Que domina a multidão com os seus poemas, sozinho?
Que nos faz ir, voltar, ler e reler?
Que nos faz rir, chorar e perceber
A importância de uma pedra no caminho?
Há momentos em que ficamos sem ação...
Somos, então, tomados pela emoção...
Como falar sobre um poeta tão completo, tão bom?
Sou José e pergunto: “E agora, Drummond?”
Somos, então, tomados pela emoção...
Como falar sobre um poeta tão completo, tão bom?
Sou José e pergunto: “E agora, Drummond?”
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