Fingindo ser outra sensação
Disfarçando a sua aparência
O amor se instalou no coração
E já tem comprovante de residência.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
O tempo
Nestas manhãs azuis, de encantar os girassóis,
devagar divago por entre os ventos deste sul do Sul.
Sinto no ar o aroma de tempos outros; outros dias,
outros carnavais.
Talvez fosse eu outro também. Com menos tempestades
e mais brisas.
E ficasse, então, em manhãs iguais a esta,
não a divagar, mas apenas a vagar.
Por entre sonhos e ilusões. Sem pensar
em realidade, afinal, era época de viver
a fantasia.
devagar divago por entre os ventos deste sul do Sul.
Sinto no ar o aroma de tempos outros; outros dias,
outros carnavais.
Talvez fosse eu outro também. Com menos tempestades
e mais brisas.
E ficasse, então, em manhãs iguais a esta,
não a divagar, mas apenas a vagar.
Por entre sonhos e ilusões. Sem pensar
em realidade, afinal, era época de viver
a fantasia.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Um aceno
Disperso, verso.
E o mundo na palma da mão.
Com paz na alma me despeço.
Saio de cena com um aceno à solidão.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Não combina?
Tantas vezes não se imagina
Que o que combina é o que não combina
E se perde tempo esperando uma combinação.
Que o que combina é o que não combina
E se perde tempo esperando uma combinação.
Mas pouco importa o que o mundo grite.
Para acontecer, basta se acredite
No que nos indica o coração...
Para acontecer, basta se acredite
No que nos indica o coração...
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Ela aparece...
Às vezes encosto a porta
Mas tendo o vento por escolta
A saudade invade e tudo entristece.
Mas tendo o vento por escolta
A saudade invade e tudo entristece.
Por que, afinal, se faz distante
Se quando me julgo fora do seu alcance
Assim, do nada, ela aparece?
Se quando me julgo fora do seu alcance
Assim, do nada, ela aparece?
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Às vezes...
Às vezes, me anoiteço, me aborreço,
me entristeço e esqueço do que possa acontecer.
Quando adormeço, não percebo o recomeço:
o dia já está a amanhecer.
me entristeço e esqueço do que possa acontecer.
Quando adormeço, não percebo o recomeço:
o dia já está a amanhecer.
O passado...
O passado andava desaparecido
E de leve, de mansinho, ressurgiu
Num ruído, um breve estalido, do vinil.
E de leve, de mansinho, ressurgiu
Num ruído, um breve estalido, do vinil.
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