sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Que pena...

Há quem desvie dinheiro
Se aposse do que é alheio
Somando milhão após milhão.
Há quem caminhe o tempo inteiro
Procurando um modo, um meio
De conseguir um pedaço de pão.
Que aproveitem os senhores imunes
Que cada um esconda o seu nome.
Por ora durmam bem, sigam impunes
Até a hora de, então, passarem fome.
Perceberão, um dia, que o fim não é o fim.
Que grande pena, não precisava ser assim...

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