quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Quem dera...

Quem sabe, deveras, fossem apenas quimeras os meus quereres. Não mais que quereres. Os meus parcos sonhares fossem meros-lugares de um sonhador qualquer. Este eu, um-qualquer. Quem sabe, os meus saberes fossem apenas dizeres de um poeta, das letras um misturador. Dos versos, um misturador. Quem dera, rimar quimeras com quereres e deveras - e sentir-me um misturador. E compor versos de amor... Quem dera...

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